Privacidade
Seus dados estão
em boas mãos.
A gente cuida dos dados com o mesmo cuidado que cuida das pessoas. Esta página explica, sem juridiquês, o que fica com a gente, por quanto tempo, e o que você pode fazer a qualquer momento.
Última atualização: 21 de abril de 2026
O que importa saber
- • A gente não vende, não aluga, não repassa seus dados. Nem pra marketing, nem pra parceiro, nem pra ninguém.
- • O que é dito ao médico fica protegido pelo sigilo profissional. Isso é mais forte que qualquer política de privacidade.
- • Você pode pedir acesso, correção ou exclusão dos seus dados a qualquer momento, por WhatsApp.
- • A lei de medicina obriga a gente a guardar prontuário por 20 anos. Esse prazo existe pra proteger o paciente, não o contrário.
1. Com quem você está falando
Razão social: Amor em Saúde Serviços Médicos & Homecare LTDA
Nome fantasia: Amor em Saúde Home Care
CNPJ: 45.616.373/0001-20
Endereço: Q. 304 Norte, Av. NS 02, LO 08, Lote 29, Salas 1 e 2, Plano Diretor Norte, Palmas-TO, CEP 77006-348
Contato: WhatsApp (63) 99135-8888 · Telefone (63) 3142-0099
2. O que fica com a gente
Quando você visita o site, os dados são mínimos: páginas visitadas, tempo de leitura, de onde veio o acesso. Tudo de forma agregada, sem identificar a pessoa. Nada é vendido, nada é usado pra publicidade.
Quando você nos procura pelo WhatsApp, telefone ou email, ficam com a gente:
- Seu nome e telefone
- O conteúdo da conversa
- O contexto do que você precisa (que serviço, qual a situação do paciente)
Quando o atendimento começa, entram os dados necessários pra cuidar com segurança:
- Do paciente: nome, CPF, RG, nascimento, endereço, contato, histórico médico, medicações, diagnósticos, evoluções, sinais vitais, exames
- Dos familiares autorizados: nome, contato, parentesco, permissão de acesso ao App da Família
- Financeiros: só o necessário pra receber pelo serviço combinado
No App da Família ficam registrados o login de cada familiar autorizado e o histórico de acesso (data e hora). Isso protege o paciente: ninguém acessa o prontuário sem deixar rastro.
3. Pra que a gente usa
- Responder ao que você pediu pelo WhatsApp, telefone ou email
- Prestar o cuidado domiciliar contratado, com segurança clínica
- Cumprir as regras de prontuário médico e as da RDC nº 11/2006 da Anvisa (atenção domiciliar)
- Conversar com paciente e família pelo App da Família e pelos canais autorizados
- Entender o uso do site de forma agregada, pra melhorar o conteúdo
O que a gente não faz: publicidade comportamental, perfil pra venda, uso dos dados pra qualquer coisa que você não pediu ou não contratou.
4. Com quem a gente divide
A regra curta é: ninguém. A regra detalhada:
- Dentro da equipe clínica, cada profissional acessa apenas os dados necessários pro cuidado, sob sigilo profissional e cláusula de confidencialidade no contrato.
- Provedores de infraestrutura (hospedagem, Google Analytics, ferramentas de comunicação) processam dados anônimos ou pseudonimizados em nosso nome, sob contrato que os obriga a proteger tudo do mesmo jeito que a gente.
- Autoridades, apenas quando há ordem judicial, dever legal ou necessidade vital do paciente. Nunca por conveniência comercial.
Dados de saúde só são compartilhados fora da equipe clínica com consentimento expresso, ou nas hipóteses previstas em lei. Não vendemos, não cedemos pra parceiros, não passamos pra marketing.
5. Por quanto tempo fica guardado
- Dados de navegação do site: até 26 meses (padrão do Google Analytics 4)
- Contatos sem contratação de serviço: até 12 meses, ou até você pedir pra apagar
- Prontuários médicos: 20 anos a partir do último atendimento, conforme a Resolução CFM nº 1.821/2007
- Documentos fiscais: 5 anos, conforme a legislação tributária
Sobre os 20 anos de prontuário: esse prazo existe pra proteger o paciente. Um tratamento feito hoje pode ser relevante daqui a 10 ou 15 anos, pra entender uma condição crônica, resolver uma dúvida sobre medicação passada, ou embasar qualquer questão médico-legal. O prontuário não é nosso, é do paciente. A gente só é obrigado a guardar com segurança.
6. Seus direitos
A LGPD (art. 18) garante uma lista de direitos, e a gente respeita todos:
- Saber se tratamos algum dado seu
- Ver quais dados temos
- Corrigir o que está errado, incompleto ou desatualizado
- Pedir anonimização, bloqueio ou exclusão de dados desnecessários ou usados fora das regras
- Levar seus dados pra outro prestador (portabilidade), quando aplicável
- Revogar consentimento quando ele for a base do tratamento
- Saber com quem compartilhamos
- Apresentar reclamação à ANPD (Autoridade Nacional de Proteção de Dados)
Há uma ressalva honesta: dados clínicos cujo prazo de guarda é definido por lei (item 5) não podem ser apagados antes. É uma exigência do CFM, não uma escolha nossa.
7. Como exercer qualquer um desses direitos
- WhatsApp: (63) 99135-8888
- Telefone: (63) 3142-0099
- Presencialmente: Q. 304 Norte, Palmas-TO
A gente responde em até 15 dias corridos. Se precisarmos confirmar a identidade de quem pede (pra proteger você mesmo de alguém se passando por você), explicamos o passo e resolvemos juntos.
8. Sigilo médico, a camada mais forte
Antes de existir LGPD, já existia sigilo médico. O Código de Ética Médica (Resolução CFM nº 2.217/2018) proíbe o médico de revelar o que sabe em razão da profissão, e essa proteção é mais restritiva que a LGPD.
Na prática, isso significa que o Responsável Técnico e a equipe clínica têm obrigação ética de confidencialidade ainda mais forte do que a LGPD pede. As duas proteções se somam, elas não competem. O que é do paciente fica com o paciente.
9. Atualizações
Quando esta política mudar, a data lá em cima muda junto. Alterações grandes são avisadas aos pacientes ativos pelos canais combinados.
10. Encarregado de Proteção de Dados
Encarregado: Amor em Saúde Serviços Médicos & Homecare LTDA
Contato: WhatsApp (63) 99135-8888 · Telefone (63) 3142-0099 (referência "LGPD / Encarregado")
11. Detalhes técnicos (pra quem é da área)
Pra profissionais de compliance, advogados e auditores, a base legal aplicada pra cada categoria de dados:
- Navegação: legítimo interesse, art. 7º, IX da LGPD, com transparência e recusa via configurações de cookies.
- Contato inicial (WhatsApp, telefone, email): consentimento (art. 7º, I) e/ou procedimentos preliminares a contrato (art. 7º, V).
- Dados de saúde: tratamento por profissional de saúde (art. 11, II, "f"), proteção da vida (art. 11, II, "c"), tutela da saúde em procedimento realizado por profissionais da área (art. 11, II, "f"), e execução do contrato de cuidado. Bases cumulativas no contexto clínico.
- Financeiros e fiscais: execução de contrato (art. 7º, V) e obrigação legal (art. 7º, II).
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