Plantão 24 horas
Cobertura ininterrupta com revezamento de profissionais, indicado para pacientes críticos, com alta dependência, VNI, traqueostomia ou instabilidade clínica.
Enfermagem Domiciliar
Enfermeiros e técnicos qualificados em plantão 24h, 12h, 6h ou visita pontual, coordenados clinicamente por médico com formação em Medicina de Família e Gestão Clínica de Casos.
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Modalidades disponíveis
Cobertura ininterrupta com revezamento de profissionais, indicado para pacientes críticos, com alta dependência, VNI, traqueostomia ou instabilidade clínica.
Diurno ou noturno. Indicado para pacientes que precisam de suporte contínuo em um dos períodos, mas têm apoio familiar no outro.
Por período: manhã, tarde ou noite. Para rotinas específicas de cuidado concentradas em um bloco do dia.
Procedimento único: curativo, troca de sonda, aplicação de medicação, coleta. Sem vínculo de plantão.
Cobertura intensiva nas primeiras semanas após internação hospitalar, quando o risco de reinternação é maior e a família ainda está se organizando.
Diferencial técnico
Manejo de feridas é um dos pontos em que home care técnico se diferencia de cuidado improvisado. A nossa enfermagem executa curativos com seleção racional de cobertura (primária e secundária) baseada no tipo de ferida, fase de cicatrização, presença de exsudato, sinais de infecção e objetivo terapêutico.
Atuamos em feridas crônicas (úlceras venosas, arteriais, pé diabético), deiscências pós-cirúrgicas, úlceras por pressão em todos os estágios, feridas oncológicas (incluindo lesões fungantes com controle de odor, exsudato e sangramento), feridas infectadas e lesões por extravasamento de quimioterápicos.
Cada curativo é documentado em prontuário com medição, fotografia e descrição, o que permite acompanhar objetivamente a evolução e ajustar o plano quando necessário.
Diferencial técnico
A equipe administra medicação por todas as vias (oral, IM, SC, EV, inalatória, sublingual, retal), inclui diluição e infusão de antibióticos, insulinoterapia com controle de glicemia capilar, cuidado com bombas de infusão contínua e ajuste de gotejamento.
Medicações controladas (opioides, benzodiazepínicos e outros psicotrópicos) são administradas com prescrição médica adequada conforme Portaria SVS/MS 344/98, com registro duplo, controle de estoque e rastreabilidade. O uso correto de opioides é parte essencial do controle de dor, especialmente em cuidados paliativos, e não é motivo para constrangimento ou receio injustificado.
Quando o plano do paciente envolve polifarmácia (vários medicamentos simultâneos), o médico faz revisão periódica para evitar interações, reduzir efeitos colaterais e simplificar o esquema sempre que possível.
Indicações clínicas
O diferencial clínico
O padrão do mercado brasileiro é ter enfermeiro(a) como Responsável Técnico. Aqui, o RT é um médico com formação em Gestão Clínica de Casos, Medicina de Família e Comunidade e Cuidados Paliativos, que articula toda a equipe em torno do plano do paciente.
Isso muda o que sai da operação: a enfermagem executa dentro de um plano clínico coordenado, com acesso 24h a uma equipe que conhece o caso (prontuário unificado) e ao gestor clínico quando a decisão precisa de densidade maior. Não fica solta.
O que muda na casa
Enfermagem domiciliar, no nome, soa técnica. No dia a dia, é o que evita que a família tenha que aprender, no improviso, a fazer coisa que não foi treinada pra fazer. E o alívio de não precisar aprender é um dos pedaços mais subestimados do serviço. Trocar um curativo fungante de ferida oncológica sem constranger o paciente. Trocar uma sonda sem causar dor. Aplicar uma injeção SC na hora certa. Aferir sinais vitais e saber se aquele número é motivo de preocupação ou não. Observar a cor, a consistência, o padrão de sono, a recusa alimentar, e registrar tudo em algum lugar que o médico vai ler.
Quando a enfermagem é bem feita, a família percebe em coisas pequenas que somam. O quarto deixa de cheirar a secreção. A pele não abre. O curativo não vira tragédia toda manhã. A medicação não erra a hora. A família consegue ir trabalhar, dormir, ter uma conversa com o paciente que não seja sobre a doença. E, quando algo foge do esperado, existe alguém que vê primeiro e aciona, antes que vire pronto-socorro.
Tem outro pedaço disso que é menos visível mas decisivo: a enfermagem bem treinada captura sinais precoces de descompensação. Um ganho de peso súbito em insuficiência cardíaca. Uma tosse nova em DPOC. Uma urina mais concentrada em paciente frágil. Uma confusão mental que apareceu ontem e ninguém tinha notado. São sinais que, capturados cedo, viram uma ligação pro médico e um ajuste no plano, em vez de virarem uma reinternação dois dias depois. A diferença entre um home care que evita internação e um que só envia profissional está aqui.
Perguntas frequentes
Conte a rotina real do seu familiar pra gente. A partir daí, a equipe clínica dimensiona o que faz sentido: quantas horas, qual perfil, qual modalidade. Sem compromisso na primeira conversa.
Falar com a equipe clínica(63) 99135-8888 · Seg-Sex 08h-18h · Plantão 24h para pacientes ativos