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Amor em Saúde Home Care

Enfermagem Domiciliar

Enfermagem domiciliar
em Palmas e todo Tocantins.

Enfermeiros e técnicos qualificados em plantão 24h, 12h, 6h ou visita pontual, coordenados clinicamente por médico com formação em Medicina de Família e Gestão Clínica de Casos.

Falar com a equipe clínica

O que está incluído

Tudo o que a enfermagem técnica executa.

  • Avaliação inicial de enfermagem e elaboração do plano de cuidado de enfermagem
  • Administração de medicação por todas as vias (oral, IM, SC, EV, inalatória)
  • Cuidados com sondas: nasoenteral, vesical, gastrostomia, jejunostomia, traqueostomia
  • Curativos simples e complexos, com seleção de cobertura adequada
  • Aferição e monitorização de sinais vitais, glicemia capilar, saturação
  • Prevenção e manejo de lesões por pressão (úlceras de decúbito)
  • Cuidados com ostomias (colostomia, ileostomia, urostomia)
  • Coordenação técnica com o médico Responsável Técnico e a equipe interdisciplinar
  • Registro clínico em prontuário eletrônico e comunicação estruturada com a família via App

Modalidades disponíveis

Do plantão de 24 horas à visita pontual.

Plantão 24 horas

Cobertura ininterrupta com revezamento de profissionais, indicado para pacientes críticos, com alta dependência, VNI, traqueostomia ou instabilidade clínica.

Plantão 12 horas

Diurno ou noturno. Indicado para pacientes que precisam de suporte contínuo em um dos períodos, mas têm apoio familiar no outro.

Plantão 6 horas

Por período: manhã, tarde ou noite. Para rotinas específicas de cuidado concentradas em um bloco do dia.

Visita pontual

Procedimento único: curativo, troca de sonda, aplicação de medicação, coleta. Sem vínculo de plantão.

Home care pós-alta

Cobertura intensiva nas primeiras semanas após internação hospitalar, quando o risco de reinternação é maior e a família ainda está se organizando.

Diferencial técnico

Curativos e cuidados de feridas.

Manejo de feridas é um dos pontos em que home care técnico se diferencia de cuidado improvisado. A nossa enfermagem executa curativos com seleção racional de cobertura (primária e secundária) baseada no tipo de ferida, fase de cicatrização, presença de exsudato, sinais de infecção e objetivo terapêutico.

Atuamos em feridas crônicas (úlceras venosas, arteriais, pé diabético), deiscências pós-cirúrgicas, úlceras por pressão em todos os estágios, feridas oncológicas (incluindo lesões fungantes com controle de odor, exsudato e sangramento), feridas infectadas e lesões por extravasamento de quimioterápicos.

Cada curativo é documentado em prontuário com medição, fotografia e descrição, o que permite acompanhar objetivamente a evolução e ajustar o plano quando necessário.

Diferencial técnico

Administração de medicação, inclusive controlada.

A equipe administra medicação por todas as vias (oral, IM, SC, EV, inalatória, sublingual, retal), inclui diluição e infusão de antibióticos, insulinoterapia com controle de glicemia capilar, cuidado com bombas de infusão contínua e ajuste de gotejamento.

Medicações controladas (opioides, benzodiazepínicos e outros psicotrópicos) são administradas com prescrição médica adequada conforme Portaria SVS/MS 344/98, com registro duplo, controle de estoque e rastreabilidade. O uso correto de opioides é parte essencial do controle de dor, especialmente em cuidados paliativos, e não é motivo para constrangimento ou receio injustificado.

Quando o plano do paciente envolve polifarmácia (vários medicamentos simultâneos), o médico faz revisão periódica para evitar interações, reduzir efeitos colaterais e simplificar o esquema sempre que possível.

Indicações clínicas

Para quais casos indicamos.

  • Pós-operatório cirúrgico (ortopédico, oncológico, cardiovascular)
  • Reabilitação pós-AVC com sequelas motoras ou disfagia
  • Cuidados paliativos em qualquer fase da doença
  • Alzheimer, Parkinson e demências avançadas
  • Pacientes imobilizados com risco de lesão por pressão
  • Pacientes com traqueostomia, VNI ou oxigenoterapia domiciliar
  • Pacientes com sondas para alimentação ou vesicais
  • Ostomias (colostomia, ileostomia, urostomia)
  • Diabetes descompensada com necessidade de insulinoterapia supervisionada

O diferencial clínico

Enfermagem coordenada por gestor clínico de casos, não solta.

O padrão do mercado brasileiro é ter enfermeiro(a) como Responsável Técnico. Aqui, o RT é um médico com formação em Gestão Clínica de Casos, Medicina de Família e Comunidade e Cuidados Paliativos, que articula toda a equipe em torno do plano do paciente.

Isso muda o que sai da operação: a enfermagem executa dentro de um plano clínico coordenado, com acesso 24h a uma equipe que conhece o caso (prontuário unificado) e ao gestor clínico quando a decisão precisa de densidade maior. Não fica solta.

O que muda na casa

Como a enfermagem bem feita aparece na rotina.

Enfermagem domiciliar, no nome, soa técnica. No dia a dia, é o que evita que a família tenha que aprender, no improviso, a fazer coisa que não foi treinada pra fazer. E o alívio de não precisar aprender é um dos pedaços mais subestimados do serviço. Trocar um curativo fungante de ferida oncológica sem constranger o paciente. Trocar uma sonda sem causar dor. Aplicar uma injeção SC na hora certa. Aferir sinais vitais e saber se aquele número é motivo de preocupação ou não. Observar a cor, a consistência, o padrão de sono, a recusa alimentar, e registrar tudo em algum lugar que o médico vai ler.

Quando a enfermagem é bem feita, a família percebe em coisas pequenas que somam. O quarto deixa de cheirar a secreção. A pele não abre. O curativo não vira tragédia toda manhã. A medicação não erra a hora. A família consegue ir trabalhar, dormir, ter uma conversa com o paciente que não seja sobre a doença. E, quando algo foge do esperado, existe alguém que vê primeiro e aciona, antes que vire pronto-socorro.

Tem outro pedaço disso que é menos visível mas decisivo: a enfermagem bem treinada captura sinais precoces de descompensação. Um ganho de peso súbito em insuficiência cardíaca. Uma tosse nova em DPOC. Uma urina mais concentrada em paciente frágil. Uma confusão mental que apareceu ontem e ninguém tinha notado. São sinais que, capturados cedo, viram uma ligação pro médico e um ajuste no plano, em vez de virarem uma reinternação dois dias depois. A diferença entre um home care que evita internação e um que só envia profissional está aqui.

Perguntas frequentes

O que as famílias mais perguntam.

Quais registros profissionais tem a equipe de enfermagem?
Todos os enfermeiros da operação são inscritos no COREN-TO. Os técnicos de enfermagem também são formalmente registrados. Trabalhamos dentro da regulamentação da Resolução COFEN e da RDC 11/2006 da ANVISA para home care. A supervisão técnica da enfermagem segue o modelo hierárquico previsto em lei: enfermeiro coordena, técnico executa sob supervisão.
Como funciona a coordenação com o médico?
A enfermagem não fica solta. Ela executa dentro de um plano que é escrito e revisado pelo médico Responsável Técnico (CRM-TO 4120, Medicina de Família e Comunidade). Todas as observações do plantão vão para o prontuário eletrônico, que o médico revisa. Quando há qualquer mudança de padrão clínico, a equipe de enfermagem aciona o plantão médico 24h. Não existe enfermagem "solta" executando procedimentos sem plano médico. Seria tecnicamente incorreto e eticamente questionável.
Plantão 24h significa um enfermeiro 24h do lado do meu familiar?
Sim, quando contratado em regime de 24 horas. Nessa modalidade, há profissional da equipe presente ininterruptamente no domicílio, com revezamento de escalas para cobrir todo o período. Existe também o "plantão de intercorrência", que é diferente: é a disponibilidade 24h da equipe clínica para responder remotamente ou se deslocar em caso de emergência, e está incluída em qualquer regime de contratação conosco.
Vocês administram medicação controlada?
Sim, com prescrição médica adequada, conforme Portaria SVS/MS 344/98. Opioides, benzodiazepínicos, antipsicóticos e outros psicotrópicos prescritos são administrados com registro duplo em prontuário, controle de estoque e rastreabilidade. A gestão é especialmente rigorosa em pacientes de cuidados paliativos, onde o uso correto de opioides é parte essencial do controle de dor.
Quais curativos vocês conseguem fazer em casa?
Praticamente todos os que tecnicamente podem ser feitos fora do ambiente hospitalar: feridas crônicas, úlceras por pressão em todos os estágios, deiscências pós-cirúrgicas, feridas oncológicas (incluindo fungantes), feridas infectadas com coleta de cultura, lesões por extravasamento de quimioterapia. Seguimos princípios de terapia tópica baseada em evidência: cobertura primária e secundária apropriadas, sem improviso. Os curativos são documentados em fotos no prontuário eletrônico para acompanhamento da evolução.
E se surgir uma intercorrência de madrugada?
Para isso existe o plantão clínico 24h. O profissional de plantão no domicílio aciona imediatamente o médico de plantão, que avalia por telefone (ou telemedicina quando indicado) e orienta a conduta. Se a situação exigir deslocamento presencial, a equipe se desloca. Se exigir transferência para um serviço de urgência, acompanhamos a família na decisão e na logística. A família não fica sozinha com essa decisão, e também não fica na mão de um call center genérico.

Pronto para montar o plano de enfermagem do seu familiar?

Conte a rotina real do seu familiar pra gente. A partir daí, a equipe clínica dimensiona o que faz sentido: quantas horas, qual perfil, qual modalidade. Sem compromisso na primeira conversa.

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(63) 99135-8888 · Seg-Sex 08h-18h · Plantão 24h para pacientes ativos

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